Estátua da Liberdade: Parte 1 – DE GRAÇA!

Pensei em começar o blog falando de um dos mais populares destinos do planeta, a capital do mundo, a cidade que nunca dorme: Nova York!
 

Na verdade, ainda vou postar outras coisas sobre a cidade, mas vou começar falando do ícone, da versão americana do nosso Cristo Redentor: a Estátua da Liberdade!

Eu poderia começar falando que ela foi doada pela França, que foi inaugurada em 28 de outubro de 1886 e qualquer outra coisa que fizesse minha postagem parecer educativa, mas você pode achar tudo isso pelo Google, então não vou me dar ao trabalho de tentar te enrolar. Se quiser, entre na Wikipédia e você vai achar todas essas informações.
 
Virou moda, entre filmes e livros voltados ao público adolescente, tipo Harry Potter e Crepúsculo, dividir o “capítulo final” em dois, mas vou fazer isso logo no início. 

Pensando bem, como eu cresci nos anos 80, não vou fazer isso com vocês. Vou fazer logo uma trilogia, como os grandes clássicos: De Volta para o Futuro, Um Tira da Pesada, Guerra nas Estrelas e Duro de Matar. Antes que você o termo e queira me ensinar que trilogia são três filmes, Guerra nas Estrelas tem uma trilogia e, depois, uma nova série de filmes. O mesmo vale para Duro de Matar, que poderia passar sem o 4.0, ou Um Tira da Pesada, que deve ter mais um filme. 

Por uma questão de tamanho, vou dividir esse assunto em três postagens. Na primeira, sobre a vez em que só passei em frente à estátua. Na segunda, vou falar sobre a Ilha da Liberdade, onde fica a estátua, e a Ilha Ellis. Na última, para coroar, vou contar de quando cheguei ao topo, à coroa.
 
Enfim…

Na penúltima vez que estive em Nova York, em outubro de 2012, época do fatídico furacão Sandy e das fotos super oportunas de Nana Gouvêa (lembram dessa porra?), a visitação à estátua ainda não estava liberada. Sendo assim, fiz o que qualquer turista duro faria: peguei a balsa para Staten Island, que é GRÁTIS! Eu me amarro em programa GRÁTIS! Tinham outras opções de tour, que também não paravam na ilha onde a estátua fica localizada e eram pagos, mas, se não visitaria a ilha e a estátua de qualquer forma, a balsa GRÁTIS foi a melhor opção.
 
Staten Island Ferry, opção gratuita para quem quer ver a Estátua da Liberdade
de frente, mas não faz questão de visitar a ilha e não quer gastar nada.
 
A balsa passa em frente à estátua e, ao contrário dos passeios pagos, não reduz a velocidade quando está passando pela Ilha da Liberdade, para que você possa ver ou fotografar. Pense que esse não é um serviço turístico, é para o cidadão novaiorquino que tem que se deslocar entre Manhattan e Staten Island, mais ou menos como a barca entre Rio e Niterói. Mas isso chega a ser um problema? Não! O barco não é tão rápido e você consegue ver e fotografar numa boa.
 
 
Estátua e Ilha da Liberdade vistas da balsa entre Manhattan e Staten Island
Uma outra vantagem: depois de desembarcar, você tem uma vista muito legal de Manhattan! Bem perto da estação das barcas, a St. George Terminal, tem um Memorial de 11 de Setembro e o estádio dos Staten Island Yankees. Ok. Não é o Yankee Stadium, da equipe principal, os New York Yankees. Ok, de novo. Eu sei que essa é uma dica que só deve ser legal para mim ou outros loucos muito fanáticos por esportes e beisebol, até por ser um time das ligas menores, mas o blog é meu e eu achei legal, então fica a dica.
 
 
À esquerda, entrada para o estádio dos SI Yankees. 
À direita, memorial de 11 de Setembro, em Staten Island. 
Ilha de Manhattan, ainda com o novo World Trade Center em construção,
em outubro de 2012, vista de Staten Island.
Se você é duro, que nem eu, ou só mão-de-vaca mesmo, e resolveu aproveitar que é de graça, pegar a balsa é bem tranquilo. 
 
O nome da estação é Whitehall Terminal Manhattan, mas procure e pergunte por South Ferry, que é muito mais fácil. A estação de metrô mais próxima é a South Ferry Loop (linha 1), mas quase todas as estações que ficam ao sul da ilha de Manhattan ficam a uma distância bem tranquila de se caminhar, ainda mais passando por locais agradáveis, como o Battery Park. Bowling Green (linhas 4 e 5) e Whitehall St (linhas N e R) são algumas dessas estações, mas o ideal é que você veja a linha que passa por perto do seu hotel e qual é a estação que ela tem mais ao sul da ilha.
 
Sobre as fotos: 
1 – Com exceção da primeira, todas foram tiradas com uma Olympus Tough TG-810, de 14 MP. Então, fiquem tranquilos que, mesmo que não esteja usando uma Canon EOS, uma Nikon ou uma Leica (foi mal, já acordei), a sua câmera compacta vai te permitir tirar boas fotos de dentro do Ferry. Na pior das hipóteses, dá para fazer uma correção ou outra no Photoshop ou até no Picasa. 
 
2 – A primeira foto, com a balsa navegando, foi tirada com uma Canon EOS T4i e uma tele, mas já tirei fotos semelhantes com a mesma Olympus compacta.

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