Estátua da Liberdade: Parte 2 – Ilha da Liberdade e Ilha Ellis

Essa, provavelmente, vai ser a menor das postagens sobre a Estátua da Liberdade. Só que as outras duas ficaram muito grandes e, para abordar esses assuntos, ficaria muito cansativo.

Quando você compra seu ingresso, seja qual for o escolhido, ele te dá sempre direito a duas coisas: descer na Ilha da Liberdade e descer na Ilha Ellis. Você pode não ter comprado acesso ao pedestal ou à coroa, mas vai poder visitar as duas ilhas. 

Antes de embarcar, você tem que retirar o seu ingresso no Clinton Castle, em Battery Park, sul da ilha de Manhattan. Como no caso da estação da balsa para Staten Island, praticamente qualquer estação de metrô ao sul de Manhattan vai te deixar perto.

Depois de retirar o seu ingresso, você vai passar por um esquema de segurança semelhante ao dos aeroportos, com raio-x, detectores de metais, checagem de bolsas, etc.

MODELOLOGOFA
Já da barca, é possível encontrar bons ângulos para fotografar a estátua.

Depois desse procedimento todo, você espera até a barca chegar e te deixarem subir. Se ela já estiver lá, é rápido. O lado positivo é que eles são pontuais e respeitam o horário do seu ingresso. O lado negativo, é que nós, brasileiros, estamos acostumados a chegar em cima da hora, mas, com todo o esquema de segurança, temos que chegar com antecedência. Mas eles mesmos te orientam a isso, quando você compra seu ingresso pelo site.

A barca mesmo não tem nada demais. Comum, sem qualquer luxo. Pelo menos, tem uma lanchonete com um bom cachorro-quente e queijo cheddar derretido. 

A primeira parada é na Ilha da Liberdade, onde fica a famosa estátua. Chegando lá, você encontra um quiosque onde pode pegar um aparelho para fazer um passeio guiado pela ilha. O próprio aparelho vai contando a história do lugar, de acordo com a sua localização e indicando os próximos locais. Muito interessante, mas não tem em português. Eu peguei o aparelho em inglês, enquanto o resto do grupo optou pelo tour em espanhol.

asdfg06
A estátua se estende a 93 metro de altura, sobre a Ilha da Liberdade.


Ao redor da Estátua da Liberdade, você tem diversas placas com sinalizações e um pouco da história e de curiosidades do lugar, como, por exemplo, o porquê de a estátua ser verde. Sabe? Eu sei!

Placas com curiosidades e a história da estátua
estão espalhadas pela Ilha da Liberdade

Uma dica importantíssima! Cuidado com a sua comida! Os pássaros atacam e sempre tem um turista que fica com cara de otário, enquanto os outros riem dos pássaros ladrões. E os desgraçados comem de tudo!

Por falar em comer, bateu o arrependimento de não ter almoçado na lanchonete da ilha. Tinha um hambúrguer bonito, bem servido e com um cheiro muito bom, mas demos mole e optamos por deixar para comer depois.

Prédio mais alto dos Estados Unidos, o One WTC se destaca na paisagem
do sul de Manhattan, visto da Ilha da Liberdade.


Além do hambúrguer, outra coisa bonita na Ilha da Liberdade é a vista. De lá, é possível ver Manhattan, Ellis Island, Nova Jersey e, com tantas ilhas, um tráfego intenso de barcos, além de muitas pontes.

Foto: Fernando Andrade
Barcos e pontes também formam a vista da Ilha da Liberdade.

Na ilha também há uma lojas de presentes e lembranças, com algumas coisas bem legais. Eu, por exemplo, comprei mais uma bola de beisebol para a minha coleção, mas tem camisas, casacos, bonés, coroas, etc. A loja que fica na entrada da estátua, para quem vai subir ao pedestal ou à coroa, se chama “Made in USA” e QUASE todos os produtos são feitos nos Estados Unidos. Fiz questão de ressaltar o “quase”, pois só tem um produto importado: a capa de chuva. E eles fazem questão de deixar claro que a capa de chuva não é “Made in USA”. 

Perto da Ilha da Liberdade, Ellis Island já foi um centro de imigração e,
atualmente, abriga um museu do imigrante.
Em Ellis Island, os pássaros também esperam a distração dos turistas,
para atacarem e conseguirem um almoço grátis.





Depois da Ilha da Liberdade, a parada seguinte é em Ellis Island, a Ilha Ellis, por onde chegavam os imigrantes. A ilha é famosa, já apareceu em diversos filmes, todo mundo já ouviu falar e, hoje, é basicamente uma ilha-museu.

Museu da Imigração, em Ellis Island.
E eu me amarro em museus! Mas confesso que não gostei muito de lá, não. Não que seja feio, não que seja mal conservado, mas é um local que faz muito mais sentido para eles. Até tem uma coisa ou outra que é bem interessante, como a exposição que mostra as diversas ondas migratórias dos Estados Unidos, mas não foi um passeio que animou muito, não.



Uma programação muito popular entre os visitantes do local, especialmente os próprios americanos, é pesquisar o nome dos antepassados nas listas de pessoas que chegaram ao país passando por Ellis Island.

Depois de um passeio nada empolgante, resolvemos comer lá em Ellis Island mesmo, já que precisaríamos esperar pela próxima embarcação. Lembra do arrependimento? Ao contrário do hambúrguer da Ilha da Liberdade, o de Ellis era meio sem graça. Não era ruim, mas era só “ok”. Uma coisa legal é que as mesas da cafeteria são réplicas das que eram usadas nos refeitórios dos imigrantes, durante o período em que ficavam na ilha. Fora isso, nada demais.

Na próxima, vamos, literalmente, ao ponto alto da visita à Estátua da Liberdade!

Até domingo!

Dicas de fotos:
1 – Nas fotos, eu usei uma Canon EOS T4i. Para a primeira foto, mesmo distante, utilizei uma tele, para aproximar, sem perder qualidade. Não precisei de tanto “zoom”, mas uma distância de 180mm deu um resultado legal.

2 – Em fotos pela manhã, muitas vezes a visibilidade é baixa, reduzindo um pouco a nitidez, o contraste e dando uma aparência mais acinzentada a fotos de paisagens. Nas fotos do Sul de Manhattan, do barco com ponte ao fundo e Ellis Island vista da Ilha da Liberdade, usei a ferramenta mais preguiçosa que existe: “Estou com Sorte”, do Picasa. É uma ferramenta simples, mas a ideia é mostrar que não precisa ser nenhum especialista, para melhorar um pouco as suas fotos.

3 – Na primeira foto, o céu estava muito cinza (foto original abaixo). Aí, usei uma outra ferramenta simples, mas, dessa vez, do Photoshop: “Magic Wand” (Varinha Mágica) e selecionei o céu inteiro, que era quase um tom único acinzentado. Depois de selecionar e excluir o céu, só coloquei um céu de outra foto que eu tinha na camada inferior e dei um visual menos melancólico. Dava até para ficar melhor, mas não quis complicar por dois motivos: primeiro, sou preguiçoso; segundo, a ideia, como já falei, é mostrar que qualquer um pode melhorar ainda mais as suas fotos. 

asdfg07

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.